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sábado, 1 de fevereiro de 2025

A volta de Neymar

 Neymar está de volta ao futebol brasileiro.  Depois de 12 anos fora do País, ele assinou contrato com o Santos, clube em que foi revelado e ficou conhecido mundialmente, despertando o interesse dos grandes times da Europa.

Seu retorno foi uma grande festa organizada pelo clube em seu estádio, a Vila Belmiro.

E a festa foi parar nas capas dos jornais de todo o país.

Em A Tribuna, sugeri a ideia do 'contrato assinado'. Isso porque durante a semana, mesmo com a notícia de que Neymar voltaria ao Santos, a desconfiança era grande e que somente seria superada com a assinatura do contrato.

Para isso, criei um layout como se fosse a folha de um contrato,  com a assinatura do jogador e o carimbo comprovando o compromisso firmado.

Mas não poderia deixar a festa de fora. Assim, utilizamos uma foto de Alex Ferraz para compor a página junto com o título e um pequeno texto, para valorizar o layout.

E pelo Brasil todo, em dimensões maiores ou menores, a volta de Neymar foi notícia nas capas dos jornais.

























terça-feira, 7 de janeiro de 2025

Charlie Hebdo: 10 anos após ataque que matou ao jornal

Na manhã do dia 7 de janeiro de 2015, militantes islâmicos invadiram a sede do jornal francês satírico Charlie Hebdo e abriram fogo na redação, matando cinco cartunistas, três jornalistas, dois policiais, um zelador e um visitante.

Às 11h30, os irmãos Cherif e Said Kouachi, ambos franceses, invadiram os escritórios parisienses da Charlie Hebdo, onde acontecia a reunião editorial semanal. Eles  alegaram que a ação era uma retaliação à decisão da revista de publicar caricaturas satirizando o profeta Maomé, a figura mais reverenciada do islamismo.

Hoje, os jornais franceses lembraram em suas capas o fatídico 7 de janeiro de 2015. 

O Charlie Hebdo lançou uma edição especial com uma charge na capa e o título Indestrutível.




Abaixo as capas de hoje dos jornais franceses.









sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Maguila merecia mais. Os jornais foram nocauteados.

 O maior peso-pesado da história do boxe brasileiro morreu, mas quem tomou um direto de direita e caiu nocauteado foi o jornalismo visual do País. 

Adilson Rodrigues Maguila foi assunto em capas e páginas internas dos principais jornais do Brasil. Entretanto, nenhum teve a capacidade ou a ideia de fazer algo especial, visualmente falando, para o boxeador. 

Ele, que pode ser considerado o Pelé do boxe brasileiro, merecia layouts mais criativos, com o uso de elementos visuais,  recursos gráficos, variedade de imagens.

Mas nada disso foi feito. O que se vê são páginas simples, burocráticas, usuais, comuns. 

Nada a altura de um cara carismático (característica que poderia servir de inspiração para algum designer criar) e que levou o nome do Brasil para ringues (outro elemento que poderia ter sido usado) do mundo inteiro.

Maguila merecia mais. Muito mais. Os designers brasileiros e o jornalismo foram nocauteados pela falta de combatividade, ou nesse caso, pela falta de criatividade.















domingo, 17 de setembro de 2023

O novo Estado de Minas

 Seguindo uma tendência mundial, mais um tradicional jornal brasileiro muda de tamanho. Depois do Estadão aqui em São Paulo, agora foi a  vez do mineiro Estado de Minas, que troca o standart pelo tablóide. 

Segundo Júlio Moreira, autor do projeto, o novo design de notícias do Estado de Minas tem o mesmo objetivo: surpreender o leitor, apostando na ousadia do desenho e do conteúdo da publicação.

Na primeira edição do novo projeto, uma carta do diretor-presidente do explica os motivos da mudança em uma capa-anúncio, acreditando que esse novo formato traz dinamismo e facilita a leitura de uma forma amigável ao leitor. O jornal, que tem 95 anos, é referência no quesito design visual, sendo um dos mais premiados na área. 

Eu confesso que do ponto de vista visual fico um pouco receoso com o impacto que o layout perde com essa mudança. Se por um lado o formato menor agrega melhor o conteúdo de uma notícia, penso que também limite o efeito desejado quando se cria uma página diferente, uma arte, um grafismo. Mas o designer tem de se adaptar e tirar proveito da área gráfica.

O que se percebe no projeto gráfico é a manutenção do layout arejado, com espaços em branco que dão leveza às páginas, além de uma sútil troca da família tipográfica, que mantém o peso certo para cada informação do layout.

As cabeças de página com os nomes das editorias perderam a tarja cinza que era aplicada no fundo, ficando soltas, ganhando destaque e mantendo o layout clean.

Abaixo, a última capa do Estado de Minas standart, a primeira capa e algumas páginas do Estado de Minas tablóide.