terça-feira, 23 de junho de 2026

CR7. O único a marcar em 6 copas seguidas

 Ontem o argentino Lionel Messi foi capa dos jornais argentinos ao se tornar o maior goleador na história das Copas. Hoje é a vez de Cristiano Ronaldo.

O português, além de se tornar o maior artilheiro da seleção portuguesa em copas, é o único jogador da história a marcar gols em seis edições. E isso o levou às capas dos jornais portugueses. Assim como os argentinos ontem, não vi nada especial nas capas. Nenhum lampejo de criatividade ou ousadia.






Apenas os esportivos foram um pouco além, passando para o papel a comemoração tão tradicional de CR7. Inclusive a coincidência de os três diários terem a mesma ideia





O maior goleador das Copas nas capas dos jornais argentinos

 Lionel Messi se tornou o jogador com mais gols na história das Copas do Mundo. Um momento mágico e que deve ser eternizado pelos jornais, principalmente os argentinos. E ele foi capa de todos. Mas nenhum teve a ousadia ou criatividade de criar algo diferente para esse feito memorável. Todos ficaram no simples, no feijão com arroz. Decepcionante. Mas como registro, as primeiras páginas dos jornais argentinos de hoje.













domingo, 21 de junho de 2026

Quando a camisa vestiu o jornal. A série de capas de A Tribuna para a Copa de 2026

A série de capas de A Tribuna para a Copa do Mundo de 2026 transformou a contagem regressiva para a estreia da Seleção Brasileira em uma narrativa visual, utilizando as camisas dos cinco títulos mundiais como elemento central do design editorial.






No jornalismo diário, é comum que grandes eventos recebam um tratamento especial. Mudam-se as cores, criam-se selos, surgem logotipos comemorativos e elementos gráficos que ajudam o leitor a identificar que um momento importante está chegando. E justamente por ser um fato diferente do habitual, a capa do jornal precisa ir além da decoração e se transformar em uma na narrativa do acontecimento.

Foi exatamente isso que A Tribuna fez na contagem regressiva para a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Durante cinco edições consecutivas, cada capa foi "vestida" por uma das camisas utilizadas pelo Brasil em seus cinco títulos mundiais: 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. Uma solução visual simples, mas carregada de significado. O elemento central é extremamente simplesA camisa deixa de ser um objeto esportivo e passa a "vestir" o próprio jornal, ocupando o lugar da fotografia principal, virando protagonista absoluta. O leitor identifica imediatamente que aquela edição faz parte de uma série.

A ideia foi não deixar a camisa como uma ilustração qualquer. Ela ocupa o espaço de destaque da capa, quase como se o próprio jornal estivesse usando o uniforme da Seleção. Uma imagem limpa, centralizada e impossível de passar despercebida. A intenção foi criar uma conexão imediata com o leitor. Mesmo quem não acompanha futebol reconhece aquelas cores e associa cada uniforme a um momento marcante da história do país. Não é preciso explicar muito. A memória faz o restante do trabalho.

Um detalhe importante importante nessa série de capas é ela não interfere na função principal do jornal. As manchetes continuam sendo as protagonistas da informação, enquanto a contagem regressiva aparece como um elemento de identidade visual. O projeto consegue celebrar a Copa sem transformar a capa em uma peça publicitária ou em um cartaz esportivo. Para isso, foi pensada na consistência da proposta. A posição da camisa, a tipografia, o bloco da contagem regressiva e a organização dos elementos permanecem praticamente inalterados ao longo dos cinco dias. Essa repetição é justamente o que fortalece a ideia. Quando as capas são colocadas lado a lado, elas deixam de ser cinco edições independentes e passam a formar uma coleção. O intuito de criar algo que desperte vontade de guardar o jornal.

Em uma época em que boa parte das notícias é consumida em telas e esquecida poucas horas depois, produzir capas com potencial de colecionismo é um diferencial importante. O leitor percebe que aquela edição faz parte de algo maior, de uma sequência que só estará completa quando todas as capas estiverem reunidas.

É um conceito visual que conversa com emoção, memória e identidade, três ingredientes fundamentais para um bom projeto editorial.

O que mais me agradou foi que não houve necessidade de recorrer a efeitos complexos ou soluções grandiosas para criar impacto. 

Em tempos de excesso visual, a simplicidade, o minimalismo de um layout continua sendo uma das ferramentas mais poderosas do design editorial. E quando ela consegue contar uma história antes mesmo da leitura da manchete, o resultado deixa de ser apenas uma capa de jornal e passa a fazer parte da memória de quem a vê. 



terça-feira, 19 de maio de 2026

Convocação da Seleção Brasileira para a Copa domina capas dos jornais. Neymar é o destaque

O técnico da Seleção Brasileira Carlo Ancelotti convocou os 26 jogadores que irão para a Copa do Mundo. A expectativa estava se ele iria chamar ou não o atacante Neymar.  E isso ficou claro nas capas dos jornais brasileiros de hoje. Neymar foi o grande protagonista.

Em A Tribuna, a ideia foi criar uma relação com a febre das figurinhas e, no caso da convocação dele, a ausência no álbum. Por isso, optei pela ideia de publicar as figurinhas das três Copas que ele participou e 'criar'  a desse ano.