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sábado, 18 de abril de 2026

A morte de Oscar Schmidt nas capas dos jornais brasileiros

 A morte de Oscar Schmidt, o Pelé do Basquete, ganhou repercussão nas capas dos jornais brasileiros. 

A Tribuna foi além do óbvio e publicou uma capa minimalista e repleta de simbolismo com o uso apenas da mão do jogador, em foto feita por Marcelo Justo em 2006.

CLIQUE AQUI PARA VER COMO FOI PENSADA A CAPA DE A TRIBUNA



Abaixo, as capas de hoje dos jornais brasileiros e o Adeus a Oscar.































Oscar Schmidt. Quando a mão diz tudo.

A MORTE DO PELÉ DO BASQUETE NA CAPA DE A TRIBUNA



Para noticiar a morte de Oscar Schmidt na capa do jornal, foi preciso um certo esforço criativo para sair do óbvio, com as tradicionais fotos do jogador. Mas além disso, foi preciso também sensibilidade, para entender o que significava a morte do Pelé do basquete, 

Para isso, em A Tribuna, apresentei como sugestão um caminho mais sofisticado, elegante e emocionalmente eficaz. Usando do minimalismo, do simbólico, da hierarquia visual. 

A escolha foi a de não mostrar o rosto de Oscar, mas sim, usar apenas a mão, que tantas alegrias deram aos amantes do basquete.  O olhar do leitor passa pela manchete e vai imediatamente para o título `ADEUS, MÃO SANTA`, grande, central e com muito respiro. A mão aberta ocupando quase toda a página é o elemento dominante. A bola de basquete menor, à direita, equilibra a composição e reforça o tema sem competir com a mão e remete ao esporte que consagrou Oscar. 

E sim. A mão é de Oscar Schmidt mesmo. Foto feita pelo repórter-fotográfico Marcelo Justo em maio de 2006. 

A ausência do rosto evita o óbvio e torna a imagem mais universal e icônica. É uma metáfora limpa de despedida. A mão não é apenas de uma parte do corpo, mas a síntese de uma carreira. A `mão santa` virou signo. Um elemento simples, isolado em fundo limpo, capaz de carregar décadas de história, recordes e memória afetiva.  Uma decisão arriscada, mas poderosa. Ao evitar a imagem óbvia, o design ganha em universalidade e confia na inteligência do leitor. É o tipo de solução que transforma uma capa de jornal em peça quase atemporal.


terça-feira, 4 de novembro de 2025

O Adeus a Lô Borges nas Capas dos Jornais Mineiros — Emoção, Design e Homenagem

A morte do músico Lô Borges, um dos fundadores do Clube da Esquina, comoveu Minas Gerais e o Brasil. Símbolo da música mineira, sua despedida deveria ter uma representação à altura nas capas dos jornais de mineiros. No mínimo, verdadeiras peças de design editorial que têm o poder de transformar o luto em arte visual.

Minimalismo e poesia no Estado de Minas


A capa do Estado de Minas é um exemplo de emoção contida e força simbólica. Sobre o fundo branco, um par de tênis gastos representa o LP de 1972 intitulado Lô Borges, mas mais conhecido popularmente como disco do tênis, em referência à imagem da capa do álbum. O texto,  “Se eu morrer, não chore não, é só a lua...”, é um trecho da canção Um girassol da cor do seu cabelo, e transforma a notícia em poema.

A escolha tipográfica, o espaço em branco e o equilíbrio visual fazem da página uma homenagem silenciosa, na qual o design comunica mais que as palavras. Um verdadeiro tributo ao músico, com a simplicidade e a leveza mineira.

Narrativa e movimento em O Tempo

Já o jornal O Tempo optou por uma composição mais narrativa e calorosa. O trem que parte sobre um violão é uma metáfora visual poderosa e referência musical também. As três fotos de Lô — jovem, maduro e em estúdio — constroem uma linha do tempo afetiva, destacando sua presença constante na cultura mineira e brasileira. A diagramação cria ritmo, e o uso de tons quentes e terrosos reforça o vínculo com Belo Horizonte e o Clube da Esquina, transformando a capa em uma bela peça emocional.

Design editorial como linguagem da memória

Tanto o Estado de Minas quanto O Tempo mostraram que o design jornalístico pode traduzir sentimento. As capas não apenas noticiaram uma morte. Elas contaram uma história, usaram o espaço gráfico como território da homenagem e revelaram como Minas fala de seus artistas: com poesia, silêncio e respeito. Nessas ocasiões, surgem capas bem trabalhadas e pensadas. E essas capas se tornam, documentos visuais da história e da cultura brasileira, e também exemplos de como o design editorial pode tocar o leitor pela forma, não apenas pelo conteúdo.

Abaixo, as páginas internas do Estado de Minas e o Tempo.





























quinta-feira, 24 de julho de 2025

A morte de Ozzy Osbourne nos jornais ingleses

A morte de Ozzy Osbourne, ícone do heavy metal e figura lendária da cultura mundial nas capas e páginas internas dos principais jornais britânicos. Neste post, uma breve coletânea do adeus ao Príncipe das Trevas nas páginas inglesas.


 DAILY RECORD



 

DAILY STAR



 
DAILY MIRROR



















quarta-feira, 23 de julho de 2025

Ozzy Osbourne, nas páginas internas dos jornais nacionais

 DEPOIS DAS CAPAS https://seviradesign.blogspot.com/2025/07/ozzy-osbourne-o-adeus-ao-principe-das.html, AS PÁGINAS INTERNAS DOS JORNAIS BRASILEIROS COM A MORTE DE OZZY OSBOURNE.


Logo pela manhã, publicamos aqui as capas dos jornais brasileiros noticiando a morte de Ozzy Osbourne.
Agora, o Se Vira Design posta as páginas internas, revelando o trabalho dos designers em criar algo diferente e a altura do grande nome do heavy metal mundial.


A TRIBUNA

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O TEMPO

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ESTADO DE MINAS

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DIÁRIO DO PARÁ


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FOLHA DE PERNAMBUCO


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    O POVO

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    O LIBERAL


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    O GLOBO


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    O ESTADO DE S. PAULO



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    FOLHA DE S. PAULO