Vinte e cinco anos depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, os jornais norte-americanos voltam a colocar o World Trade Center no centro de suas capas. Mas, desta vez, a abordagem é diferente daquela de 2001: não há o choque da notícia, e sim a memória, a lembrança, as homenagens e a pergunta: o que mudou e o que aprendemos com as marcas deixadas por uma tragédia que transformou os Estados Unidos?
Nas capas de hoje, 11 de setembro de 2026, a imagem das Torres Gêmeas continua sendo um poderoso elemento gráfico. De alguma forma, elas, as torres, se fazem presentes. Fotografias, silhuetas, memoriais e referências às vítimas aparecem como símbolos de uma história que permanece na memória de todos. O tratamento visual tende a ser mais sóbrio e contemplativo, deixando que a fotografia e o espaço em branco tenham um papel tão importante quanto os títulos.
É interessante observar como o jornalismo impresso transforma uma data histórica em linguagem visual. Depois de 25 anos, o desafio não é simplesmente mostrar novamente a destruição das torres, mas encontrar uma imagem capaz de representar memória, ausência e passagem do tempo.
As capas americanas de hoje mostram que, para o design editorial, algumas imagens ultrapassam a condição de fotografia e se tornam símbolos permanentes de uma época.
VEJA TAMBÉM AS CAPAS DOS JORNAIS NO DIA 11 DE SETEMBRO DE 2001



































